segunda-feira, 21 de setembro de 2015

“Me leva a jato”, o ônus da prova cabe aquém presume e também, aquém afirma e não confirma.


É impressionante como as notícias do Brasil são presumidas e conspiradas, mas estão a gosto dos leitores, parte do noticiário brasileiro é sensacionalismo; pois sem sensacionalismo, “os jornais ficam encalhados nas bancas juntando cupim”. “A Folha de SP e a revista Época, tem um suporte de jornalismo fora de série”; um passa a bola para outro e termina em blog de Reinaldo Azevedo. A profissão de jornalismo é inacreditável quando apresenta um fato realista entre o irrealista, o jornalista nunca redige uma reportagem com autenticidade da fonte; ele muda tudo o que foi dito a ele, por exemplo: “João e Maria vão se casar”; o jornalista escreve: “João e Maria se casaram, estão em lua de mel”. 


12 de setembro de 2015, o Folha de SP levou para banca de jornais: “Em relatório entregue ao Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (10), o delegado da Polícia Federal Josélio Azevedo de Sousa solicitou que o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva seja ouvido em inquérito no STF que trata de parlamentares com foro privilegiado como desdobramento da Operação Lava Jato. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (11) pela revista “Época” e confirmada pela Folha.”
Pode ver que o jornal Folha de SP, faz suporte de matéria com a revista Época — “um intercâmbio gerador da verdade”; se é conspiração ou não, o importante é alimentar os leitores com má-notícias. Agora fica a pergunta: se a reportagem foi colida pela Época, por que o Folha de SP teve que confirmar?

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