domingo, 6 de agosto de 2017

“A CONSTITUIÇÃO da República Neoliberalista. “

Ao tratar de neoliberalismo, “a Constituição da República Neoliberalista” aqui, é apenas no sentido figurativo, visando o que seja na realidade; o que venha ser o neoliberalismo e suas propostas de “modernizar e evoluir o país”. Mas antes de tudo, é preciso conhecer a origem do neoliberalismo, ele é um novo conceito do liberalismo clássico; que tem como base principal, a defesa da maior autonomia dos cidadãos nos setores político e econômico, tendo a mínima intervenção estatal.
Assim, o liberalismo que surgiu no século XVIII, era oposição ao mercantilismo; ou seja, contra a interferência do Estado em qualquer coisa de interesse comercial, ao lucro e sobre às vantagens financeiras. 



No entanto, o liberalismo teve seus ideais cessados com surgimento do keynesianismo após a Segunda Guerra Mundial; onde pregava ideias opostas aos princípios liberais, mas anos depois, o modelo keynesianismo, sofreu crítica dando oportunidade ao regresso dos ideais do liberalismo. No respingo, no século XX, o liberalismo regressou com o nome de neoliberalismo.
Partindo-se do liberalismo que surgiu no século XVIII; para o neoliberalismo no século XX —, apenas “um mata-moscas do liberalismo”, sem diferença alguma de um para o outro; o neoliberalismo com “ideias de um moderno modelo econômico” teve lugar a partir da década de 70, substituiu as medidas do modelo keynesiano, apoiando os princípios capitalistas. Pois com objetivo de estimular o desenvolvimento econômico bem “bucaneiro”, o neoliberalismo defendeu sua principal ênfase: não a interferência do Estado na economia.       

As características do neoliberalismo impostas ao Estado, estão na:
            1.     Privatização de empresas estatais
  1. Livre circulação de capitais internacionais
  2. Abertura econômica para a entrada de empresas multinacionais   
  3. Adoção de medidas contra o protecionismo econômico
  4. Redução de impostos e tributos cobrados indiscriminadamente.


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

NA REPÚBLICA ATUAL, na nossa Presidência da República; “o Poder Executivo é o súdito, e o Poder Legislativo, é o imperador.”

NA REPÚBLICA ATUAL, na nossa Presidência da República; “o Poder Executivo é o súdito, e o Poder Legislativo, é o imperador”, pois, para que Michel Temer tivesse a denúncia de CORRUPÇÃO contra ele arquivada; ele distribuiu “presentes” —  verbas e cargos para os parlamentares votarem a favor dele contra a denúncia apresentada pela PGR.   

Assim, Montesquieu escreveu no livro Dos Espíritos das Leis: “O imperador dos Mongóis apenas recebe petições dos súditos que tenha lhe oferecido alguma coisa em troca”. Desta forma aconteceu com o presidente da República, Michel Temer distribui verbas e cargos para os parlamentares em troca de votos a favor de sua permanência na Presidência.      

Quer dizer que Michel Temer venceu a BATALHA; conseguiu arquivar a denúncia de corrupção contra ele no Plenário da Câmara por 263 votos contra 227 a favor do prosseguimento da denúncia? NÃO! 36 votos de frente a favor do arquivamento da denúncia, foi uma vitória bem apertada para Michel Temer que distribuiu verbas e cargos para os parlamentares em troca de votos contra a denúncia.


Uol: “Temer agradece decisão "soberana" da Câmara, destaca maioria e promete mais reformas”.
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/08/02/temer-agradece-a-camara-destaca-maioria-dos-votos-e-promete-mais-reformas.htm

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Como a atual república do Brasil, bate com que o Montesquieu escreveu em 1748 no livro Do Espírito das Leis.

Parece que desde que o mundo existe, e que foi povoado por várias raças de seres humanos, a CORRUPÇÃO existe, pois, o ser humano pensa que ele só tem valor, moral e respeito; “se ele tiver a riqueza, bens materiais e $$$ sob a sua posse”, fora disso, “ele se sente uma criatura imprestável para o mundo”. Mas, é preciso se corromper para ter valor, moral e respeito diante dos outros? NÃO!
Pois, um ser humano para que se tenha valor, moral e respeito diante dos outros; mesmo que ele seja uma autoridade, um presidente de um país; é preciso que ele seja uma pessoa justa, digna e leal com suas ações para que as outras pessoas possam ter confiança e respeito por ele. Mas estas qualidades não vemos em Michel Temer — no presidente da República.



Lembrando o que disse Montesquieu em seu livro, Do Espírito das Leis em 1748, não diferencia da atualidade da República do Brasil. Montesquieu escreveu: “É costume, nos países despóticos, que só se se dirija a quem está acima de si oferecendo-lhe um presente, inclusive aos reis. O imperador dos mongóis apenas recebe petições dos súditos que lhe tenha oferecido alguma coisa. Estes príncipes chegam mesmo corromper seus próprios favores”.

Assim, entendemos as ações de Michel Temer com os parlamentares, para que eles não votem a favor do prosseguimento da denúncia contra o presidente da República ao STF; Temer distribui verbas para os parlamentares votarem contra a denúncia. Veja que os parlamentares têm atitudes igual do imperador dos mongóis, pois só recebia alguma petição dos súditos; se eles dessem alguma coisa em troca, aí se vê os parlamentares recebendo presentes (verbas e cargos no governo), para votarem contra a denúncia apresentada pela PGR.