sábado, 26 de dezembro de 2015

"Parece que Romero Jucá não entende que numa tribo quem dá ordem é o cacique e não o pajé"...



Parece que Jucá cai em contradição quando diz que o PMDB  está discutindo a saída do governo e no mesmo tempo, diz que procura ajudar o governo, mas que ajuda é esta, não sabe se sai, ou se fica paralelo ao mesmo?  Essa proposta do PMDB deixar o governo, não depende do “autoritarismo  de Romero Jucá”, o PMDB tem um Presidente Nacional; o Michel Temer e outra, não todos os congressistas (parlamentares do PMDB), jogam bola no time de Romero Jucá e Eduardo Cunha. Com isso, fica difícil para Jucá ser cacique no Congresso, ele foi líder do PMDB no Senado ao lado do governo simplesmente pelo Temer, só isso!


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Quem sofreu derrota nas eleições presidenciais de 2014, a Presidente Dilma, o PT, ou as reportagens de Veja?


A oposição até hoje não se conforma de ter sido derrotada nas urnas em 2014, para a oposição, às eleições presidenciais ainda está valendo; pois tem a esperança que “ocorra o impeachment da Dilma e que se o Temer não puder assumir a vaga da Dilma, com 80 dias haverá novas eleições”.



Veja alimenta seus queridos leitores com esperança irrealista, com algo que não está previsto acontecer, - o impeachment da Presidente Dilma; pois não há fundamentos para ocorrer o impeachment da presidente, porque não existe a lei que se aplique algum dispositivo que se configure com as tais ‘pedaladas fiscais’. O que sabemos é que nenhum dos presidentes anteriores sofreram punições por não terem suas contas aprovadas pelo TCU, e por que Dilma deve ser punida e perder o cargo de presidente?!       

domingo, 20 de dezembro de 2015

Eduardo Cunha, “a comissão avulsa”, a interpretação do texto constitucional analógico e o seu ‘aplicabilismo’.


Para começar, vou expor o que se entende por ‘aplicabilismo’, pelas minhas observações; denomino de aplicabilismo tudo que não existe fundamento que se alega alguma autenticidade, assim como a lei n° 1.079, “mais próxima do impeachment”, carece de dispositivos constitucionais da vigente Constituição, - a de 1988.




Pois, se não há dispostos constitucionais vigentes que regulamentam a lei de 1950, - a dita ‘lei do impeachment’, pelo regimento interno, Cunha fez ‘aplicabilismo’ ao criar a comissão do impeachment; ou seja, o que não dispõe na Constituição de 88, Eduardo  Cunha fez que se tornasse válido para a criação da comissão e ainda levando uma avulsa, mas o STF derrubou a interpretação analógica dele!       

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Eduardo Cunha, “o homem poderoso”, “Época semeia e Veja bajula”.

       
“Sem uma gosta de impressionismo aos leitores, é impossível vender notícias”; ainda mais notícias como estas das revistas Época e Veja, “uma semeia e a outra bajula Eduardo Cunha”. A Época não é tanto, mas a Veja no início do ano de 2015, “pagava barras de ouro para ver Eduardo Cunha atrapalhar a Presidente Dilma até levá-la ao impeachment” – coisa que a Veja e a oposição não conseguiram ter esse sonho realizado.



Em edição de 25/03/2015, Veja escreveu: “O poderoso Cunha. “O recém-eleito presidente da Câmara dos Deputados emerge como uma força surpreendente, capaz de demitir ministro e impedir derrotas acachapantes ao Planalto, Até onde ele quer chegar? Tido como ambicioso e hábil, Eduardo Cunha aproveita o vácuo aberto pela crise política: para amigos, ele não chegou nem no meio da escada”.    
No momento, Eduardo Cunha  não é o que a Veja descreveu sobre  ele, pois não é o homem poderoso, o STF já impediu 4 vezes as decisões dele na Câmara: de manter a reeleição no projeto da reforma política; fim do financiamento privado de campanha, afastamento da Presidência da Câmara para outro deputado aceitar o pedido de impeachment e; foi interrompido a comissão do impeachment pelo motivo da votação secreta, pois o regimento interno de Cunha não confere com o disposto da Constituição Federal!