segunda-feira, 20 de julho de 2015

Veja na carta ao leitor, 25/03/2015, escreveu: “Fora das instituições não há salvação”.

 Na instituição do Congresso Nacional, — Câmara dos deputados, Eduardo Cunha não é a salvação; Cunha é barganhista como a Inglaterra fez com Portugal, por trás da escota da família Real para o Brasil, existiu um interesse não transparecido. Eduardo Cunha, em seu juramento de posse jurou zelar pelas legalidades do país e da sociedade; “mas desde quando o seu nome fosse poupado da lava jato”, “espeta os olhos do Planalto e dos políticos do PT, os meus e do meu grupo de políticos parlamentares não Janot, senão não faço barganha com a Dilma Rousseff, — não ponho em votação o que ela quer”. Essa jogada de Cunha a Janot, seria escondida da sociedade; amenos que aparecesse um Roberto Jefferson, — carta fora do maço de baralho $$$ e denunciasse a jogada de Cunha que falhou, pois não foi possível negociar com PGR Rodrigo Janot o seu nome fora da lava jato!



Desde a descoberta do Brasil, 1500, às instituições nunca foram salvas, em 1808; a família Real “sai a toque de caixa de Portugal para o Brasil, — Napoleão Bonaparte pois a tropa para correr querendo dominar um território que não pertencia a ele e muito menos o custo de seu suor”.  Nesta vinda obrigada da família Real   para o Brasil, “aparece olho de elefante, a Inglaterra fez a escota da viagem dos portugueses de “graça para o Brasil”; “o de graça mais à frente tem seu preço”.

O Brasil não tem urina; tem ouro, prata, diamante, outras pedras preciosas e madeiras de qualidades, no regresso a Portugal, a Inglaterra que salvou a família Real do extermínio de Napoleão; de mão vazia seria impossível ficar, pois a família de Carlota Joaquina não era ingrata, “gratificou a Inglaterra com as preciosidade que encontram no Brasil quando chegaram aqui”.

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