terça-feira, 7 de julho de 2015

Coisa que a oposição não tem conhecimento, Veja e Reinaldo Azevedo não mostra.


A chamada “lava jato”, nome dado à operação que investiga a corrupção na Petrobras, “vem tirando o sono de muita gente por ai à fora”.
Ouvimos a oposição dizer: “tem que tirar o PT do Poder; os comunistas, chefes de quadrilha, ladrões e ditadores”, inclusive Aécio Neves, disse no último debate do segundo turno, “que para a acabar com a corrupção no país, tinha que tirar o PT do Poder”. Mas se tirasse o PT do Poder, logo que Dilma Rousseff tomou posse, o que poderia acontecer? Com 90 dias haveria nova eleição se Michel Temer não pudesse assumir a interinidade da Presidência; correndo nova eleição, “certamente Aécio Neves concorreria o pleito”, mas aí, se fosse eleito, as investigações da lava jato só iria pesar para o PT, - “nada de investigar e punir políticos do PSDB”.

A operação lava jato, está mexendo “com feridas mal cicatrizadas”, ela vai lá trás no ano de 1997; ano em que foi privatizada a Vale do Rio Doce. Com a denúncia de corrupção do HSBC, remessas de milhões de reais convertidos em dólares foram enviados para Suíça no governo FHC. E quem estava por trás disso, e que ajudou nos processos da privatização da Vale do Rio Doce?  Ricardo Sérgio de Oliveira, ex.- tesoureiro de campanha dos tucanos que pediu 15 milhões de reais em propina para garantir a participação de Benjamim Steinbruch.

Ricardo Steinbruch, irmão de Benjamin, quando viu que o bicho poderia pegar pela denúncia de corrupção no HSBC, “tratou logo de amarrar às calças e ir ao Senado com conversa de para vento” para tentar impedir a convocação do irmão na CPI.                




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