terça-feira, 21 de julho de 2015

Agora sim, é mazzaropismo mesmo. De quem? “De Reinaldo “.


Por volta dás 20hs23 de ontem, 21/07/2015, Reinaldo Azevedo escreveu no cabeçalho do blog: “Odebrecht – Agora estão inventando até que o “RA” é “Reinaldo Azevedo”, não “Rogério Araújo”. Que lixo!”
Nenhuma novidade e, muito menos algo estranha para quem ler o blog de Reinaldo; amenos para oposição que “possa acha que estão fazendo sacanagem com o Reinaldo por que ele, detona o governo e o PT no seu blog”, mas isso é para a oposição, — os paneleiros que querem “reduzir Dilma e Lula a pó”. Impressionante que Reinaldo não mede o raciocínio para escrever; escreve o que “dá nas telhas” — sem sensacionalismo é impossível deixar a oposição mais furiosa e com mais raiva dos petralhas, “pois o blog morre e ninguém faz mais comentário”.
Mas se as iniciais RA fossem configuradas como Reinaldo Azevedo; o Reinaldo Azevedo do blog de Veja, e que ele tivesse alguma negociação com a Odebrecht incluindo com a lava jato, evidentemente que a PF o indiciaria né? Outra questão: as iniciais RA (Rogério Araújo” não se coincide a Reinaldo Azevedo, por quê? Por que se assim fosse, o envolvido com a Odebrecht teria que chamar-se Ronaldo Azevedo invés de Rogério Araújo; mas mesmo assim, quantos Reinaldo Azevedo e Rogério Araújo não têm espalhados por aí né?         



Mas tarde, por volta dás 21hs06, Reinaldo tentou desfazer o embuste que cometeu acima, ou seja, tentar concertar, mas já era tarde demais, que acessou o blog leu; inclusive eu! Reinaldo ‘desembustifica’ o que escreveu: “A marcha dos sem-limites. E mais um destaque do relatório da PF sobre anotações de Marcelo Odebrecht. A canalha está a dizer que “RA”, nas anotações de Marcelo Odebrecht, é mesmo “Rogério Araújo”. Mas, em uma das vezes, seria “Reinaldo Azevedo”.”.
Conclusão: Reinaldo Azevedo cria mazzaropismo para ele mesmo ser o personagem da peça!

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-marcha-dos-sem-limites-e-mais-um-destaque-do-relatorio-da-pf-sobre-anotacoes-de-marcelo-odebrecht/ 

Nenhum comentário:

Postar um comentário