domingo, 12 de julho de 2015

“O Brasil Azeredado”, PSDB em queda desde o falecimento de Sérgio Motta, há 13 anos que os tucanos não vencem uma eleição no Palácio do Planalto.


Azeredo foi obrigado renunciar à Presidência Nacional do PSDB, “ele se encontrava envolvido em caixa 2 de campanha eleitoral de 1998” , segundo Carta Capital de 02/11/2005;  Azeredo deixou à presidência nacional do partido dos tucanos depois que teve envolvimento direto com o mesmo esquema de campanha eleitoral montado por Marcos Valério Fernandes.  Marcos Valério, teria feito um empréstimo de R$ 8.35 milhões para financiar cofre paralelo dos tucanos de Minas Gerais.
Mas, Azeredo, “tira o isqueiro do bolso e o mesmo nega fogo”, disse que nunca teve relações com o empresário Marcos Valério. 



 Naquela semana quando a bomba fez tibum, a CPMI dos correios foi surpreendida por uma reportagem de IstoÉ: “IstoÉ: documentos mostram que o tesoureiro de campanha de Azeredo, Cláudio Mourão - o Delúbio Soares do PSDB havia recebido, em 2002, R$ 700 mil para proteger o presidente tucano. O dinheiro foi pago por Marcos Valério para saldar uma dívida de R$ 812 mil do senador com Mourão. O cheque do pagamento foi emitido pelo Banco Rural em Belo Horizonte, campeão de saques do suposto esquema de repasses do “mensalão”.       


 No dia em que Azeredo usou a tribuna do Sendo para fazer o discurso de renúncia da presidência do partido, “o bravata” Arthur Virgílio; assim que ele sempre tratou o Lula, fez um discurso muito minguado em defesa do “nobre colega e senador Eduardo Azeredo”. Arthur Virgílio, cheio de rompança e mais arrogância; “orador de mão cheia dono de uma retórica que não tem mais tamanho”, perdeu o discurso com a revelação do cheque de Valério a Mourão, (Delúbio Soares) no discurso que martelava contra os petistas.  Virgílio cai em contradição na defesa de Azeredo quando diz: “Vamos separar crime eleitoral de corrupção”; ele “deve ter esquecido” que Azeredo renunciou à presidência nacional tucana por que estava envolvido com caixa 2 de campanha eleitoral!                       

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