Azeredo foi obrigado renunciar à Presidência Nacional do
PSDB, “ele se encontrava envolvido em caixa 2 de campanha eleitoral de 1998” ,
segundo Carta Capital de 02/11/2005;
Azeredo deixou à presidência nacional do partido dos tucanos depois que
teve envolvimento direto com o mesmo esquema de campanha eleitoral montado por
Marcos Valério Fernandes. Marcos
Valério, teria feito um empréstimo de R$ 8.35 milhões para financiar cofre
paralelo dos tucanos de Minas Gerais.
Mas, Azeredo, “tira o isqueiro do bolso e o mesmo nega fogo”,
disse que nunca teve relações com o empresário Marcos Valério.
Naquela semana quando a bomba fez tibum, a
CPMI dos correios foi surpreendida por uma reportagem de IstoÉ: “IstoÉ: documentos
mostram que o tesoureiro de campanha de Azeredo, Cláudio Mourão - o Delúbio
Soares do PSDB havia recebido, em 2002, R$ 700 mil para proteger o presidente
tucano. O dinheiro foi pago por Marcos Valério para saldar uma dívida de R$ 812
mil do senador com Mourão. O cheque do pagamento foi emitido pelo Banco Rural
em Belo Horizonte, campeão de saques do suposto esquema de repasses do
“mensalão”.
No dia em que Azeredo usou a tribuna do Sendo
para fazer o discurso de renúncia da presidência do partido, “o bravata” Arthur
Virgílio; assim que ele sempre tratou o Lula, fez um discurso muito minguado em
defesa do “nobre colega e senador Eduardo Azeredo”. Arthur Virgílio, cheio de rompança
e mais arrogância; “orador de mão cheia dono de uma retórica que não tem mais
tamanho”, perdeu o discurso com a revelação do cheque de Valério a Mourão,
(Delúbio Soares) no discurso que martelava contra os petistas. Virgílio cai em contradição na defesa de
Azeredo quando diz: “Vamos separar crime eleitoral de corrupção”; ele “deve ter
esquecido” que Azeredo renunciou à presidência nacional tucana por que estava
envolvido com caixa 2 de campanha eleitoral!

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