terça-feira, 1 de agosto de 2017

Como a atual república do Brasil, bate com que o Montesquieu escreveu em 1748 no livro Do Espírito das Leis.

Parece que desde que o mundo existe, e que foi povoado por várias raças de seres humanos, a CORRUPÇÃO existe, pois, o ser humano pensa que ele só tem valor, moral e respeito; “se ele tiver a riqueza, bens materiais e $$$ sob a sua posse”, fora disso, “ele se sente uma criatura imprestável para o mundo”. Mas, é preciso se corromper para ter valor, moral e respeito diante dos outros? NÃO!
Pois, um ser humano para que se tenha valor, moral e respeito diante dos outros; mesmo que ele seja uma autoridade, um presidente de um país; é preciso que ele seja uma pessoa justa, digna e leal com suas ações para que as outras pessoas possam ter confiança e respeito por ele. Mas estas qualidades não vemos em Michel Temer — no presidente da República.



Lembrando o que disse Montesquieu em seu livro, Do Espírito das Leis em 1748, não diferencia da atualidade da República do Brasil. Montesquieu escreveu: “É costume, nos países despóticos, que só se se dirija a quem está acima de si oferecendo-lhe um presente, inclusive aos reis. O imperador dos mongóis apenas recebe petições dos súditos que lhe tenha oferecido alguma coisa. Estes príncipes chegam mesmo corromper seus próprios favores”.

Assim, entendemos as ações de Michel Temer com os parlamentares, para que eles não votem a favor do prosseguimento da denúncia contra o presidente da República ao STF; Temer distribui verbas para os parlamentares votarem contra a denúncia. Veja que os parlamentares têm atitudes igual do imperador dos mongóis, pois só recebia alguma petição dos súditos; se eles dessem alguma coisa em troca, aí se vê os parlamentares recebendo presentes (verbas e cargos no governo), para votarem contra a denúncia apresentada pela PGR.         

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